segunda-feira, 10 de agosto de 2015

A herança que um pai nunca pode deixar faltar para um filho, segundo o Papa Francisco

Não se pode exprimir melhor o orgulho e a emoção de um pai que reconhece ter transmitido ao filho "aquilo que realmente importa na vida": um coração sábio. Segundo o Papa Francisco, o pai que transmite ao filho um coração sábio é aquele que:



 
– é presente: está próximo aos filhos em seu crescimento e próximo em tudo à mulher

– ensina o filho a falar, sentir, agir e julgar com retidão

– corrige os erros que o filho não vê

– ajuda o filho a ter um afeto profundo, mas ao mesmo tempo discreto

– sabe dar um testemunho de firmeza, mesmo quando o filho busca apenas cumplicidade e proteção

– dá este testemunho de firmeza sempre com proximidade e doçura

– não é controlador, pois pais controladores anulam os filhos e não os deixam crescer

– sabe vigiar os próprios excessos de sentimento e de ressentimento

– sabe conduzir o peso das inevitáveis incompreensões

– é paciente, sabe esperar e sabe perdoar do fundo do coração

– sabe corrigir sem humilhar e proteger sem se poupar

– procura encontrar as palavras certas para se fazer entender

– sente-se feliz e pleno por ser pai

– enfim, busca transmitir ao filho aquilo que realmente conta na vida: um CORAÇÃO SÁBIO

(fragmentos da catequese do Papa Francisco de 4 de fevereiro de 2015

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Agosto - o mês das vocações

O mês de agosto foi instituído pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) na sua 19ª Assembleia Geral de 1981 como o mês vocacional. Oportunidade para tratar e rezar por todas as categorias de vocações da vida cristã; criar consciência vocacional e despertar todos os cristãos para suas responsabilidades na Igreja.



O termo vocação vem do verbo em latim vocare que significa chamar. Somos todos nós vocacionados, chamados por Deus à santidade. E a resposta a este chamado que Deus faz a cada um é dada através de vocações específicas. Dizemos que o vocacionado é uma pessoa que discerniu em si a vontade de Deus. É uma inclinação interna, que supõe um seguimento, uma resposta concreta de ação e vida.
No primeiro domingo, dedicamos ao ministério ordenado (bispos, padres e diáconos). Essa comemoração se deve ao fato de celebrarmos o dia de Santo Cura d’Ars, São João Maria Vianney, no dia 04, patrono dos padres, e, o dia de São Lourenço, diácono e mártir, no dia 10, patrono dos diáconos.
No segundo domingo, celebramos o Dia dos Pais, a vocação matrimonial. Junto com a esposa, o pai tem a missão de levar os filhos a Deus por meio da oração, ensinamento e vivência do Evangelho. Vivemos a Semana Nacional da Família e em alguns municípios a Semana Municipal da Família por iniciativa de Câmaras Municipais de Vereadores. A família é verdadeiramente um ‘Santuário de Vida’.
No terceiro domingo, recordamos a vocação à vida consagrada: religiosos, religiosas, consagradas e consagrados nos vários institutos e comunidades de vida apostólica e hoje também nas novas comunidades, motivados pela festa da Assunção de Maria ao céu, modelo de todos aqueles que dizem sim ao chamado de Deus para uma entrega total.
O quarto domingo de agosto é o Dia do Catequista, daí a comemoração do dia da vocação do cristão leigo na Igreja, tanto na sua presença interna na Igreja como também em seu testemunho nos vários ambientes de trabalho e vida. Todos nós recordamos com gratidão os nossos catequistas. Rezemos para que neste tempo de implementação da catequese de iniciação cristã de inspiração catecumenal tenhamos animados(as) catequistas discípulos(as) missionários(as) do Senhor. O dia do cristão leigo voltará a ser comemorado no último domingo do ano litúrgico, festa de Cristo Rei.
Lembramos o ano em que o mês de agosto tiver cinco domingos, no quarto domingo são recordados todos os ministérios leigos e, no quinto, o dia do catequista.
Na Igreja, louvamos a Deus por todas as vocações! Percebemos a mão e a voz de Deus a nos chamar e conduzir. Que o Senhor nos ajude e ilumine e que cada um de nós descubra cada vez mais a beleza da vida cristã e do chamado que Deus nos faz para as diversas vocações e, em especial, para sermos santos! E que todos se unam às suas comunidades para orar por vocações ao longo do mês de agosto, cumprindo o mandato de Jesus: “Pedi ao Senhor da Messe que mande operários para a sua Vinha” (Mt 9,38). Trabalhemos na grande vinha do Senhor!

Fonte:  www.cnbb.org.br/artigos-dos...1/.../17031-agosto-mes-vocacional

2015 - O Ano da Paz

A presença de Deus na terra dos homens é anunciada com uma exclamação e desejo de paz: “Glória a Deus no mais alto dos céus e na terra, paz aos que são do seu agrado” (Lc 2,14).

Paz é o que desejam e pedem todas as pessoas de “boa vontade”. A paz é bem precioso, porém frágil e delicado. Há sinais preocupantes em nossa realidade nacional que exigem reflexão, oração, diálogo e decisão. Há de fato de se perguntar por que tanta violência, presente em todos os estratos da sociedade? Uma possível razão dessa situação nos oferece o Papa Francisco: “Os ídolos do domínio e do poder deterioram as relações, arruínam a harmonia a ser construída com humildade serviçal e disposição maternal. Os conflitos, a violência, a indiferença diante da morte nascem do fascínio do domínio e do poder”.


 O domínio do poder econômico continua excluindo e produzindo desigualdade. Ouve-se dizer que “o crescimento econômico, favorecido pelo livre mercado, consegue por si mesmo pro­duzir maior equidade e inclusão social no mun­do. Esta opinião, que nunca foi confirmada pelos fatos, exprime uma confiança vaga e ingênua na bondade daqueles que detêm o poder econômico e nos mecanismos sacralizados do sistema eco­nômico reinante. Entretanto, os excluídos con­tinuam a esperar” (Papa Francisco, EG, 54).
 O poder político necessita de pessoas capazes de promover o sempre necessário e autêntico diálogo entre os participantes da vida social, a fim de buscar indicações viáveis que favoreçam o saneamento “das raízes profundas, e não a aparência dos males” da sociedade. “A política, tão denegrida, é uma sublime vocação, é uma das formas mais preciosas da caridade, porque busca o bem comum.”
 Manifestam-se sinais preocupantes de descrédito das instituições. A falta de ética na política e na economia, as expressões contundentes de corrupção em alguns setores públicos, o desrespeito pelos genuínos anseios do povo, a falta de um projeto de nação objetivo e claro são indicações que merecem atenção, reflexão, debate, oração e opções.
 Outra razão de tanta violência é certamente a drogadição que atinge uma parcela preocupante da sociedade. O tráfico de drogas ilícitas está se tornando um poder paralelo dentro do Estado. Essa realidade não é mais uma ameaça; é realidade verificável cotidianamente.
 A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil promove em 2015 o Ano da Paz. Há, certamente, quem se pergunte: “É possível percorrer o caminho da paz? Podemos sair desta espiral de dor e de morte? Podemos aprender de novo a caminhar e percorrer o caminho da paz?"



 A resposta à pergunta não é fácil. No entanto, através do engajamento de pessoas de “boa vontade”, poder-se-á favorecer o surgimento e a consolidação de iniciativas verdadeiramente marcadas pelo desejo de salvaguardar e promover a vida humana: uma vida digna, justa, em paz com Deus, com a natureza e com os irmãos e irmãs. Assim, a tão deseja e querida paz será possível para todos.
 É urgente fomentar a cultura da paz. Ela se tornará realidade quando houver vigorosa decisão em favor de uma educação para crianças, adolescentes e jovens orientada por valores, virtudes, ética. A educação dessa parcela preciosa da sociedade não pode estar sujeita a opções e decisões de alguns poucos. É imprescindível participar de perto da vida cotidiana das unidades de ensino, ou ver a situação e a condição de tantos e tantas que ainda acreditam na força e dignidade da educação. A educação não pode estar orientada somente para o mercado de trabalho! Faz-se urgente atenção para com o humano. Faz-se necessário, ainda uma vez, recordar que a família estável é lugar privilegiado de fomento do humano e promoção da cultura da paz.

Fonte:  http://www.agostinianos.org.br/visualizacao-de-artigos/pt-br/ler/294/2015-ano-da-paz

terça-feira, 14 de julho de 2015

Dia Nacional da Caridade - 19 de julho

No Brasil, a caridade tem um dia especial: 19 de julho. Apesar de pouco conhecida, essa data virou lei em 1966, em plena ditadura militar, pelo então presidente Humberto Castelo Branco. Para instituições como a Cáritas Brasileira, um dia especial para a Caridade possibilita a todos/as refletir e resignificar o sentido e valor da caridade nos dias atuais, bem como sensibilizar a sociedade para a sua importância.
Na história da humanidade, a caridade sempre se fez presente sendo evidenciada não apenas pelas igrejas, mas por diferentes grupos, famílias, pessoas que, de inúmeras formas, se sentiam chamadas à prática do bem. Infelizmente, a caridade também serviu, ao longo da história, como instrumento de manipulação, de negação de direitos de pessoas e grupos.


Se buscarmos no dicionário o significado da palavra Caridade, encontraremos: sentimento ou ação altruísta de ajuda a alguém sem buscar qualquer recompensa.  No cristianismo, o princípio da caridade é o amor ao próximo; no judaísmo a caridade está relacionada com a justiça. Assim, Caridade é amor, é doação, é justiça, é sair de si mesmo e ir ao encontro do outro, da outra. É amor em movimento.
Nos anos 90, a Cáritas Brasileira, desafiada pelo XI Congresso Latino Americano de Caritas em Santo Domingos, Colômbia, fez um amplo diálogo em sua Rede resultando em um documento intitulado “Mística e metodologia da Caridade Libertadora”. Na compreensão da instituição era necessário refletir sobre a caridade, enfocando, sobretudo, o seu aspecto libertador, enquanto exigência de uma nova evangelização.
Numa releitura de metodologias que orientam a vivência da caridade cristã (assistencial, promocional, libertadora), foi possível afirmar, a partir desse estudo, que vivenciar a metodologia da caridade libertadora não significava excluir ou contrapor às práticas assistenciais ou promocionais. Estas podem e devem ser parte do processo libertador. A caridade libertadora busca ter em conta a opção pela causa e prática dos empobrecidos, a compreensão e atuação a partir de uma leitura crítica da realidade; opta pela ação coletiva; pelo protagonismo e defesa de direitos das pessoas excluídas.
Hoje, o termo solidariedade é mais utilizado pela sociedade. É percebido como um conceito mais abrangente, mas, que em sua origem, está a caridade. A Caridade libertadora é solidária, é comprometida, é transformadora, é exigente. Exige estarmos comprometidos e comprometidas com ações que garantam o fortalecimento dos grupos e comunidades, da participação popular, em vistas da construção de novas sociedades, pautadas num desenvolvimento solidário e sustentável, que inclui todas as pessoas.
É preciso afirmar que a vivência da solidariedade se torna cada vez mais desafiadora na sociedade atual. Uma sociedade que privilegia um modelo de desenvolvimento onde o ter e não o ser está em primeiro lugar. Esse modelo de sociedade exige de nós a retomada e afirmação de valores, onde o ser e a vida estejam em primeiro lugar. Onde as novas gerações incorporem nas suas dinâmicas de vida valores como partilha e solidariedade, evidenciando os mesmos em suas práticas cotidianas.
No FECAPPES, na Rede Cáritas e também em outras inúmeras organizações, a prática da solidariedade tem sido assumida por voluntários que colocam suas vidas e energias a serviço de pessoas e comunidades, contribuindo na transformação de suas vidas.
Nesse sentido, no Dia Nacional da Caridade, abraçamos todas as pessoas que colocam suas vidas em favor das pessoas empobrecidas. Que o testemunho de vida dos/as mesmos/as possam nos animar a todos/as a tomar parte nesse grande mutirão de solidariedade, que nos faz sairmos de nós mesmos e ir ao encontro do outro/a, colocando o amor em movimento.
Lembrando também, que neste ano a Campanha da Fraternidade nos faz o apelo de servimos os irmãos com amor, de ser sermos solidários e atentos as necessidades dos mais carentes. Peçamos a Deus esta graça de pôr em prática a caridade no nosso dia a dia.  "Uma Igreja sem Caridade não existe" (Papa Francisco)


Fonte:http://www.paulinas.org.br/familia-crista/pt-br/?system=news&id=6988&action=read

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Cinco dicas de como falar assuntos polêmicos com os filhos


Os filhos, vez ou outra, têm umas pérolas que deixam os pais sem saber como respondê-las.

Na convivência entre pais e filhos, alguns assuntos são conversados normalmente, outros podem ser tabus ou gerar dúvidas sobre como devem ser abordados, como falar de sexo, peso, namorado, estudos, drogas, divórcio entre outros.
Cinco dicas de como falar de assuntos polêmicos com filhos?
Existem várias formas de abordar alguns assuntos, mas a intenção não é dar uma receita, apenas algumas dicas que podem ajudá-los a trilhar um caminho de diálogo:
1ª – Não se esquivar do assunto. Avalie a idade do seu filho e converse com ele, aprofunde-se no tema ou não, dependendo das respostas dele. Muitos pais nunca acham que o filho está preparado, mas adiar a conversa não vai adiantar, ou pode até ser pior, pois eles acabam sabendo a verdade por fontes nem sempre confiáveis. Portanto, coloque o assunto na roda.
2ª – Manter a tranquilidade durante a conversa. Não se furte de responder questões polêmicas. Se não tem a resposta, diga que vai buscar saber e dará retorno. Por outro lado, esteja preparado para não obrigar os filhos a falarem de assuntos para os quais não estão preparados. O segredo é introduzir o assunto aos poucos, sempre criando um ambiente favorável ao diálogo, de forma que todos se sintam confortáveis.
3ª – A forma de falar e agir dos pais é fundamental. Não criem monstros, trate o assunto com leveza, sem forçar a barra em conceitos bons e ruins. Trabalhe com fatos e dados as consequências na vida das pessoas e as histórias de conhecidos. O importante na conversa é que o filho sinta um interesse genuíno dos pais, sinta-se muito especial, que merece todo empenho, e que suas preocupações ou dificuldades também são de seus pais.
4ª – Não leve na brincadeira as perguntas que eles fizerem, por mais bobas que pareçam, pois para eles são importantes. Não faça com que eles se sintam tolos, porque não terão coragem de tentar novamente; pelo contrário, valorizem todo o conteúdo debatido.
5ª – Uma forma de conversar assuntos polêmicos é pesquisar com os filhos sobre o assunto, assim eles terão oportunidades de ver várias opiniões. Os pais precisam ter cuidado com as fontes escolhidas para a pesquisa.
Lembrem que os filhos entendem mais aquilo que os pais fazem do que falam; portanto, não basta conversar sobre as consequências ruins das drogas, se os pais chegam alcoolizados e brigando em casa. As atitudes precisam ser coerentes com o discurso.
 
Fonte:http://formacao.cancaonova.com/familia/pais-e-filhos/cinco-dicas-de-como-falar-de-assuntos-polemicos-com-os-filhos/

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Arraiá do FECAPPES

"Na quadrilha de João, Antônio ia se casar, mas Pedro fugiu com a noiva, na hora de ir pro altar".

No dia de São João, dia 24/06/2015, quarta-feira pela manhã, na Igreja São Gerardo, realizamos nossa Festa Junina com muita alegria, brincadeiras, quadrilha improvisada e comidas típicas.
Também tivemos um momento de oração, onde todos os idosos presentes rezaram a Novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

Confira a seguir as fotos do nosso arraia. Parabéns a todos os voluntários que contribuíam para que esta festa acontecesse.  Viva São João!



















Solenidade de Entrega do Troféu Rosa de Ouro 2015

No dia 9 de junho de 2015 ocorreu a Solenidade de Entrega do Troféu Rosa de Ouro na Secretaria de Planejamento e Gestão do Estado do Ceará. 

Anualmente, o FECAPPES e o Projeto Laboratório da Mulher homenageiam duas mulheres que se destacam a nível nacional por serem exemplos de superação, força, determinação, e por se destacarem em suas áreas de atuação.
As homenageadas neste ano foram as Ilmas. Sras. Maria da Penha Maia Fernandes ( inspiradora da Lei Maria da Penha) e Luiza Helena Trajano ( Presidente do Grupo Empresarial Magazine Luiza), que devido as suas trajetórias de vida, são merecedoras do reconhecimento da sociedade e são exemplos inspiradores para a mulher brasileira.
Compuseram a Mesa o Sr. Dr. José Nazimar Eugênio ( Presidente do FECAPPES), a Sra. Dra.Guirlanda Pontes (Diretora do PAI), a Sra. Clemilda do Nascimento Sousa ( representante da Sra. Luiza Helena Trajano) e a Sra. Maria da Penha Maia Fernandes.
Na Solenidade houve a exibição do Hino Nacional, a leitura da Mensagem proferida pelo Sr. José Nazimar, a exibição de um vídeo com a Biografia das Homenagedas,  a Entrega do Troféu e a Apresentação do Coral FECAPPES, composto pelos idosos assistidos pela entidade.
Manifestamos os nossos sinceros agradecimentos a todos os que estiveram presentes na Solenidade.
Veja a seguir algumas fotos do evento. Viva a mulher brasileira!