terça-feira, 5 de maio de 2015

Noruega é o melhor lugar para ser mãe; Brasil aparece na 77ª posição


 Foram analisados 179 países com base em cinco indicadores, relacionados à saúde materna, educação, renda e ao status das mulheres

Um relatório anual divulgado pela ONG Save the Children nesta segunda-feira, 4, aponta a Noruega como o melhor país para ser mãe.
Na 16ª edição do Mothers' Index, foram analisados 179 países com base em cinco indicadores, relacionados à saúde materna, educação, renda e ao status das mulheres.

A Noruega é seguida no ranking por Finlândia, Islândia, Dinamarca e Suécia. Entre os dez melhores países para a maternidade, a Austrália é o único não europeu, na nona posição.
A Alemanha aparece em oitavo lugar, atrás de Holanda (sexta) e Espanha (sétima).

O Brasil aparece na 77ª posição, sendo o índice de mortalidade de recém-nascidos 50% mais alto em áreas de favela que no restante do país.
 Já o último colocado é a Somália, precedida pela República Democrática do Congo e a República Centro-Africana. O Brasil aparece na 77ª posição.Segundo Carolyn Miles, diretora executiva da Save the Children, os dados recentes mostram que, além do bem-estar econômico, é fundamental investir em políticas financeiras para garantir a felicidade materna. "Na Noruega, eles têm riqueza, mas também investem essa riqueza em aspectos como mães e filhos, como prioridade", diz.
Os dados também mostram que as chances de uma criança sobreviver numa cidade em desenvolvimento são influenciadas pela distância cada vez maior entre ricos e pobres.
"Estudos recentes no Brasil e na Índia indicam que o índice de mortalidade de recém-nascidos chega a ser 50% mais alto em favelas quando comparado ao de áreas sem favelas", destaca o relatório.
O índice anual da Save the Children também aponta uma disparidade global em termos de mortalidade infantil. Entre os dez países no topo do ranking, uma em cada 290 mães perde o filho antes dos cinco anos de idade, enquanto nos dez piores países, a proporção é de uma a cada oito mães.

Fonte:http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/mundo/dw/2015/05/05/noticiasdw,3432876/noruega-e-o-melhor-lugar-para-ser-mae-diz-estudo.shtml

Mulher, sinal de amor e vida


“O obrigado ao Senhor, pelo seu desígnio sobre a vocação e a missão da mulher no mundo, torna-se também um concreto e direto obrigado às mulheres, a cada mulher, por aquilo que ela representa na vida da humanidade”(João Paulo II).
A mulher vem se destacando, nos últimos séculos, como uma das maiores responsáveis pelas transformações ocorridas na sociedade. Hoje, encontramos mulheres na política, na cultura, na educação, no esporte, na economia e, é claro, na vida da Igreja. Mas afinal, quem é essa figura que conquistou tanto espaço em nosso tempo? O que é ser, de fato, uma mulher?
Esta pergunta não é tão simples de responder, dado o maravilhoso mistério da dignidade, vocação e missão da mulher. “Ela é criada à imagem e semelhança de Deus para ser, no mundo, um sinal de amor e santidade”, disse o beato João Paulo II.

O feminismo trouxe transformações radicais no comportamento das mulheres nos últimos anos. Bandeiras pró-aborto, de liberdade sexual e reprodutiva estão no rol dos 'direitos' reivindicados pelo movimento

Um dos principais responsáveis pelas transformações do comportamento feminino na sociedade é o movimento feminista. A primeira onda de feminismo surgiu na França, no Reino Unido e nos Estados Unidos, entre os séculos 19 e 20,  com o movimento ‘sufragista’, que defendia o direito de voto às mulheres. Já nos anos 60, surgiu o feminismo radical com o movimento da “libertação das mulheres” e da “queima dos sutiãs”. Duas pensadoras influenciaram o movimento de cunho sexista: Betty Friedan, com o livro ‘A mística feminina’, e Simone Beauvoir, com a obra ‘O segundo sexo’. Ambas as obras defendem que os cuidados com maridos e filhos, fruto de uma sociedade patriarcal, são uma ameaça para a identidade da mulher.

Este feminismo assume, ao longo dos anos, um caráter ideológico, filosófico e político; e as mulheres passam a colocar, no rol dos seus direitos, o sexo livre, a independência do corpo, o direito ao aborto e à contracepção. "Eu penso que o movimento feminista foi contaminado ao longo dos anos, o que chamo de um feminismo machista", diz Dra. Lenise.

Já em sua terceira fase, o feminismo reassume a luta pelos direitos civis da mulher com melhores condições de trabalho, a luta contra a discriminação e a violência doméstica e sexual , um maior espaço na política e na cultura; no entanto, questões ideológicas radicais contra a vida e a família ainda permeiam a bandeira do movimento.
“Eu penso que o movimento feminista tem alguns aspectos muito importantes como o desenvolvimento da mulher e o fato de a colocarmos com os mesmos direitos e dignidade. Mas há também uma distorção neste processo, algo que eu chamo de “feminismo machista”, ou seja, mulheres que, de certa forma, querem ser iguais aos homens. No entanto, se você quer ser igual ao homem, é porque acredita que ele é melhor do que você”, diz Dra Lenise Garcia, professora da Universidade de Brasília.
“O feminismo foi causando na mulher uma autossuficiência, como se ela não precisasse do homem nem para ter filhos. O fruto desta mentalidade foi o fechamento para o amor”, disse Emmir Nogueira, formadora da Comunidade Shalom.
“Essa mentalidade trouxe sérias consequências para a identidade da mulher, já que sua vocação é, justamente, doar-se para gerar vida. João Paulo II disse, na encíclica Mulieris in Dignitatis, que a vocação da mulher é ser mãe, seja de forma biológica ou espiritual, porque a mulher foi feita para doar-se e gerar vida”, conclui Emmir.
“Muitas foram as conquistas da mulher nos últimos anos, mas penso que a maior vitória é a sua identidade e também a sua maternidade”, relata a teóloga focolarina Rosa Ayer.
Muitas se perguntam: “Será que, na busca pelo espaço no mercado de trabalho, a mulher se esqueceu do lar? Por outro lado, a atuação dela deve ser somente no cuidado com a família? Será que sua essência e vocação estão apenas encerradas na maternidade e nos cuidados domésticos?

O Papa Bento XVI, ainda como cardeal Ratzinger à frente da Congregação para a Doutrina da Fé, respondeu estas perguntas em uma carta pastoral dirigida aos bispos de todo o mundo, na qual ele fala sobre “a colaboração do homem e da mulher na Igreja e no mundo”. Nesta carta, o Santo Padre diz que “embora a maternidade seja um elemento chave da identidade feminina, isso não nos autoriza, absolutamente, a considerar a mulher apenas sob o perfil da procriação biológica”. Ele ainda exorta: “Pode haver, nesse sentido, graves exageros que exaltam uma fecundidade biológica em termos vitalistas e que, frequentemente, são acompanhados de um perigoso desprezo da mulher”.
Com relação ao campo de trabalho e ao espaço da mulher na família, o Pontífice ainda acrescenta: “As mulheres que, por usa vez, desejarem realizar também outros trabalhos poderão fazê-lo em horários adequados, sem serem confrontadas com a alternativa de mortificar a sua vida familiar ou, então, arcar com uma situação habitual de estresse que não favorece nem o equilíbrio pessoal nem a harmonia familiar”.

Segundo o então cardeal Ratzinger, a identidade da mulher está na sua “capacidade para o outro”, em doar-se para gerar vida na família e na sociedade, pois esta é, segundo ele, “uma realidade que estrutura, em profundidade, a personalidade feminina”.
Voltemos, então, à pergunta inicial: “O que é ser mulher?”. Ser mulher é ser sinal de doação, amor e vida para o mundo.

Fonte: http://destrave.cancaonova.com/mulher-sinal-de-amor-e-vida/

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Sinais de dependência afetiva nas mulheres

Um número muito grande de mulheres é, em menor ou maior grau e em determinados momentos de sua vida, depende afetivamente de seus parceiros, ou seja, são pessoas cujas vidas se orientam em função de relacionamentos afetivos, e não em função de uma vocação ou de um sentido na vida. São mulheres que não se conhecem verdadeiramente e que colocam os outros em primeiro lugar, sempre dispostas a abrir mão da própria identidade para não ficarem sozinhas.

Dependencia afetiva

Na base deste transtorno está uma profunda carência afetiva, uma falta de nutrição emocional que se originou em sua história de vida.
Pais ausentes, negligentes ou aqueles excessivamente rígidos e incapazes de demonstrar afeto estão geralmente presentes na vida de quem sofre dependência afetiva.
As primeiras experiências afetivas de um dependente emocional, na maioria dos casos, foram frustrantes, insatisfatórias e frias. A mulher dependente não foi, em sua maioria, adequadamente querida e valorizada por pessoas significativas.
Tendo recebido pouca atenção quando criança, tenta diminuir sua carência tornando-se altruísta, dando aos outros mais do que lhe é pedido, esperando receber em troca o carinho de que necessita.
A mulher dependente afetivamente não foi amada nem aprendeu a amar de forma saudável, por isso repete o mesmo comportamento com o parceiro. Com medo de ser abandonada, faz de tudo para evitar que o relacionamento acabe. Acostumada à falta de amor nas relações pessoais, está disposta a abrir mão do seu tempo, sonhos e metas para agradar ao parceiro e manter o relacionamento.
No fundo, não acredita que mereça ser feliz. É dependente do parceiro e da dor emocional que um relacionamento disfuncional lhe proporciona. Essa dor é, na verdade, a única forma de contato que tem com seus próprios sentimentos. A mulher dependente afetiva cresceu com essa dor e a confunde com amor.
Colocando-se como uma pessoa prestativa, sempre pronta a ajudar, idealiza os relacionamentos em vez de enxergar a situação real como ela é. Por esse motivo, acaba se envolvendo com pessoas cuja vida emocional é caótica, incerta e sofrida.
A mulher sofre de dependência afetiva quando:
– Sua autonomia está prejudicada, precisa de algo ou alguém para sentir-me segura e tranquila, desde as situações mais simples como escolher a roupa que vai usar para sair até situações mais complexas como a carreira a seguir, se muda ou não de emprego.
– Sente necessidade excessiva de aprovação dos demais.
– Gosta de relações exclusivas e parasitárias.
– Seu desejo de ter um parceiro é exageradamente grande.
– Doa-se em excesso para receber afeto e usa isso para manter suas relações.
– Não consegue preencher o seu vazio interior com a relação, apenas o atenua.
– O fim da relação torna-se um verdadeiro trauma; logo, procura outro parceiro com o mesmo ímpeto.
– Os outros precisam tomar decisões importantes em seu lugar.
– Precisa concordar sempre com as pessoas para que possam gostar dela.
– Precisa de apoio e conselhos continuamente. Não consegue funcionar sem constante confirmação.
– Não consegue dizer “não”; e se alguém não se mostra alegre, já entende que não lhe tem apreço.
– Coloca o valor do que tem e do que é nas mãos dos outros.
– Tem medo de contrariar as expectativas das pessoas que admira.
– Se alguém lhe dirige um elogio, logo o esquece, mas se lhe fazem uma crítica, fica magoada por muito tempo.
– Está sempre esperando chegar alguém que vai lhe entender por completo, o parceiro ideal, a amiga perfeita.
– É como se sua vida estivesse sempre baseada em algo externo a ela, e isso resulta na falta de identidade pessoal. Quando lhe falta o apoio e o reconhecimento dos outros, sente-se perdida e deprimida.
Essa dependência pode ser de uma pessoa específica, de uma atitude de carinho, de uma palavra amiga ou mesmo de alguém que possa lhe dar a sensação de segurança que precisa para suportar os problemas, tensões e dificuldades pessoais.
Se nos identificarmos com muitos desses pontos citados acima, estamos sofrendo de dependência afetiva e precisamos buscar ajuda para sair deste movimento.
A questão é que a segurança afetiva não está nas relações que fazemos, não é algo que vem de fora, mas algo que existe ou não dentro de nós. Nossa segurança e nossa identidade são os reguladores da nossa maturidade emocional.
Todo ser humano nasce com a capacidade de cuidar de si, um potencial que precisa ser estimulado e incorporado todos os dias.
Todas nós temos nossas carências, nossos vazios, mas não podemos esperar que os outros venham suprir esses buracos em nossa vida!
Parece muito mais fácil e familiar continuar procurando por uma fonte de felicidade fora de si mesma do que praticar a disciplina que se requer para construir os próprios recursos internos, do que aprender a preencher o vazio de dentro, em vez do vazio de fora.
Exercitar o respeito e as características genuínas de cada pessoa, respeitar e valorizar sua natureza espontânea e sua criatividade. Pedir a Deus a virtude da fortaleza, tão importante para a vida da mulher! Quanto maior for nossa capacidade de viver bem sozinhas, mais preparadas estaremos para a convivência com o outro.
Deus não nos criou para vivermos na sombra dos outros. Temos uma identidade, somos pessoas inteiras, responsáveis por nossa própria vida, por nossas escolhas, por nossos sentimentos e destinos. Tomemos, pois, as rédeas de nossas vidas nas mãos!
Somos livres para amar e não para aprisionar. O nosso amor pelos outros e o amor dos outros por nós sempre será imperfeito. Só Deus nos ama de forma perfeita e somente n’Ele nossos vazios são preenchidos.

Fonte: cancaonova.com

Campanha da Fraternidade 2015 foca em projetos sociais


“A Campanha da Fraternidade não fala só aos católicos, mas convida toda a sociedade a refletir sobre um problema que afeta a todos e partir para a ação, buscando soluções”. Foi falando sobre inclusão que o o arcebispo Dom Gil Antônio Moreira abriu a coletiva que trata da Campanha da Fraternidade de 2015, iniciativa realizada pela Igreja Católica no Brasil há mais de 40 anos. Neste ano, a temática será “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e o lema será “Eu vim para servir”, reforçando a necessidade de todos em auxiliarem o próximo, sobretudo os mais pobres e necessitados. Além de missas, grupos de discussões e palestras, a campanha também visa a dialogar com instituições governamentais para a atuação em prol dos temas debatidos. “Já estou em contato com a Câmara e a Prefeitura para fazer uma palestra sobre a campanha em audiência pública, como faço anualmente, e propor iniciativas de atuação conjunta em prol de melhorias para a sociedade. Também é papel da Igreja alertar os governos para questões importantes e muitas vezes cobrar ações mais efetivas”, observou Dom Gil.


 Dom Gil acrescentou que a Arquidiocese possui outros importantes locais de atuação que deverão ser fortalecidos durante a campanha deste ano, como as cinco casas da Fazenda Esperança (que atende jovens dependentes químicos e deverá ter, em breve, uma unidade voltada para mulheres), a Pastoral da Criança, a Pastoral da Saúde, a Pastoral Carcerária (que poderá ter uma casa em que presos de baixa periculosidade atuam em segmentos sociais, cuidando do imóvel e do cumprimento da própria pena), o grupo Pequeninos de Jesus (voltado para a população de rua), entre outras frentes. “É o momento de fortalecer estes trabalhos sociais e convidar ao serviço e à entrega, sobretudo no tema deste ano. O próprio cartaz simboliza isso, mostrando o Papa Francisco beijando os pés de um fiel, e é a primeira vez que um Papa aparece na campanha, sinal de uma Igreja que busca maior aproximação com a sociedade, como o Papa vem demonstrando”, destaca o vigário episcopal para o Mundo da Caridade, Padre José de Anchieta.

A Campanha da Fraternidade é realizada em todo o país, especialmente no período da Quaresma, celebrado entre a Quarta-feira de Cinzas e o Domingo de Ramos (que antecede a Páscoa). Neste último dia, ocorre a Coleta Nacional da Solidariedade, em que todo o dinheiro recolhido das missas é destinado à atuação da campanha. O montante arrecadado nas paróquias deve ter 40% enviado ao Fundo Nacional da Solidariedade, gerido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). “Este fundo já foi utilizado em importantes trabalhos humanitários, como o auxílio às vítimas do terremoto no Haiti”, exemplifica Dom Gil. Os outros 60% atenderão a projetos da Arquidiocese que atuem na linha social relacionada ao tema deste ano. “Isso já é feito em algumas paróquias independentemente da Campanha. Parte do dízimo vai para obras sociais da Paróquia, como ocorre na de Santa Terezinha com frequência”, observa o Padre Everaldo Borges, secretário-executivo de coordenação pastoral, que também esteve na coletiva.

Fonte:http://www.tribunademinas.com.br/campanha-da-fraternidade-2015-foca-em-projetos-sociais/

Programação do Mês Nacional da Mulher - 30/04 a 30/05/2015



DIA 30/04 – Dia Nacional da Mulher
Ø   Missa de abertura do Mês Nacional da Mulher
Local: Igreja de São Gerardo
Horário: 17 horas.

DIA 01/05 – Dia Mundial do Trabalho e Dia de São José Operário
Ø  Manifestação de organizada por várias centrais sindicais contra a terceirização dos trabalhadores e pela conquista de direitos.
Local: Praia de Iracema

Ø   Missa de abertura do Mês Mariano e em honra a São José Operário
Local: Igreja de São Gerardo
Horário: 17 horas.

DIA 03/05
Ø  Palestra “O Papel das Mães na Família”
Proferida por Kleny Farias
Local: Comunidade Católica Corpo Místico de Cristo (Rua Taquari, 552,  Bom Sucesso)
Horário: 08:30h

DIA 05/05
Ø   Feira de Artesanato e socialização de mulheres aposentadas.
Local: Programa de ação integrada para o aposentado- PAI – Rua Oswaldo Cruz, 1500 – Aldeota
Horário: 9:00h

DIA 06/05
Ø  Reunião do FECAPPES. Último ensaio do Coral em Homenagem às Mães.
Local: Salão Paroquial da Igreja de São Gerardo
Horário: 06:30horas

DIA 10/05 – Dia das Mães
Ø  Apresentação do Coral FECAPPES na Santa Missa das 7h. Festa em homenagem as mães com café-da-manhã partilhado e entrega de lembrancinhas.
Local: Salão Paroquial da Igreja de São Gerardo
Horário: 7h às 09h.

DIA 12/05

Ø  Feira de Artesanato e socialização de mulheres aposentadas.
Local: Programa de ação integrada para o aposentado- PAI – Rua Oswaldo Cruz, 1500 – Aldeota
Horário : 9:00h

DIA 13/05 – DIA DA ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA POR FORÇA DA LEI ÁUREA ASSINADA PELA PRINCESA ISABEL – DIA DA FRATERNIDADE BRASILEIRA – ANIVERSÁRIO DA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA, EM FÁTIMA (PORTUGAL)

Ø  Reunião do FECAPPES às 06:30h, seguida de Oficina de Artesanato para os Idosos na Igreja São Gerardo.

Ø  Missas durante todo o dia, em honra a Nossa Senhora de Fátima, a partir de 5 horas da manhã e encerrando às 20 horas, com procissão.
Local: Santuário de Nossa Senhora de Fátima (Av. 13 de Maio)
Igreja de São Gerardo ( Missa às 12h)


DIA 15/05 – DIA INTERNACIONAL DAS FAMÍLIAS – DIA DA ASSISTENTE SOCIAL

Ø  Missa em ação de graças
Local: Igreja de São Gerardo
Horário: 17 horas
 
DIA 19/05
Ø  Feira de Artesanato e socialização de mulheres aposentadas.
Local: Programa de ação integrada para o aposentado- PAI – Rua Oswaldo Cruz, 1500 – Aldeota
Horário : 9:00h

DIA 20/05 – ANIVERSÁRIO DE MORTE DE ANA NERI, PATRONA DA ENFERMAGEM DO BRASIL


Ø  Reunião do FECAPPES às 06:30h, seguida de Oficina de Artesanato para os Idosos.
Local: Salão Paroquial da Igreja de São Gerardo
Horário: 06:30horas

Ø Semana Brasileira de Enfermagem, promovido pelo Conselho Regional da Categoria
Local: Divulgação do local através da mídia
Hora: 9:00hs

DIA 21/05
Ø Jantar Dançante em prol da Reforma da Igreja São Gerardo
Local: Salanda’s Bufet (Rua Bernardo Figueiredo, 1991, Parquelândia)
Horário: 20h 

DIAS  22 À 24/05
Ø  Seminário de Vida no Espírito Santo
Local: Igreja São Gerardo
Horário: Das 8 às 18 horas

DIA 27/05
Ø  Reunião do FECAPPES, seguida de Oficina de Artesanato para os Idosos.
Local: Salão Paroquial da Igreja de São Gerardo
Horário: 06:30horas

DIA 28/05 – DIA INTERNACIONAL DE LUTA CONTRA A MORTALIDADE MATERNA – DIA INTERNACIONAL PARA SAÚDE DA MULHER

Ø  Missa em ação de graças
Local: Igreja São Gerardo
Horário: 17 horas

DIA 30/05
Ø  Encerramento do Mês Nacional da Mulher, com Missa Solene em ação de graças
Ø  Coroação de Maria, Mãe de Jesus, em várias paróquias do Ceará
Ø  Páscoa de Maria – Dia Nacional da Páscoa das Mulheres, sugerido pelo Projeto Laboratório da Mulher.

        

terça-feira, 28 de abril de 2015

A beleza de ser muher

Precisamos descobrir a beleza de sentir a mulher que há em cada uma de nós.

Estou aqui pensando: quando foi que percebi, pela primeira vez, que já não era uma menina e, sim, havia me tornado uma mulher. Talvez tenha sido quando fiz dezoito anos. Com os documentos na mão e cheia de sonhos, falei: “Agora, vou desbravar o mundo, pois já sou uma mulher!”. Acredito, porém, que tenha sido mais no dia do meu casamento. Ao sair da Igreja com meu esposo, recebendo os aplausos dos convidados, lembrei-me de tantos conceitos e exemplos que havia cultivado com relação ao casamento; e num misto de alegria e responsabilidade, pensei: “Meu Deus! Agora sou uma mulher casada!”.


Mas a verdade é que fazer a descoberta do “ser feminino” vai muito além de uma data ou um acontecimento, mesmo que este tenha grande importância, como é o caso do matrimônio. A vocação à feminilidade é um dom que Deus plantou em nosso coração de mulher desde o momento em que nos criou, e durante toda nossa existência, o pulsar deste coração, que por natureza é parecido com o de Deus, vai nos conduzindo à descoberta do ser feminino independente da idade, da profissão ou do estado de vida.

Percebo que sou mulher sempre que me sinto impulsionada a servir ao meu próximo, mesmo que seja com apenas um gesto, um sorriso, um olhar ou até mesmo uma palavra de encorajamento, porque isso diz da vocação feminina, que foi criada também para amenizar as dores da humanidade.

A bíblia narra, em Gêneses 1, que Deus havia feito tudo de bom que existe e dado ao homem; porém, ele ainda estava triste, porque não havia encontrado cumplicidade em nada do que lhe fora apresentado. Então, Deus criou a mulher como esse complemento do homem, o “socorro” de que ele precisava para ser feliz. A ajuda adequada!

Quando conseguimos compreender bem isso e assumimos nosso papel como mulheres inseridas em tantas realidades do mundo, muitas coisas podem mudar. Começamos por considerar que a mulher não encontra a felicidade adquirindo bens materiais, fama e status. Aliás, se fosse assim, não existiriam tantas mulheres lindas, famosas, ricas e tristes pelo mundo afora. A realização da alma feminina está justamente no amar, ou seja, na doação de si mesma para o bem comum. Ao olharmos para Madre Teresa de Calcutá, por exemplo, ficamos admirados. Sua fragilidade física e pobreza material nunca foram empecilhos para a felicidade com que viveu e realização com que concluiu sua passagem por este mundo. Ela é um exemplo de quem teve a coragem de contrariar a ditadura da segurança e da beleza, que tem falado tão alto em nossos dias, e seguir seu coração feminino.

Aliás, o coração de uma mulher é uma das obras mais sagradas que existem, e quem se deixa conduzir por ele tem muita chance de ser feliz. É possível perceber isso já na infância, pois as brincadeiras, os gestos e as atitudes de uma mulher, mesmo que seja ainda em miniatura, demonstram que seu coração foi criado para socorrer, para amar concretamente.

Outro dia, vi uma cena em família que retrata bem isso. Minha sobrinha de apenas dois anos de idade estava brincando quando observou que seu avô havia se deitado no chão duro da garagem para descansar depois do almoço. Logo que percebeu, ela parou imediatamente de brincar e foi ao quarto pegar um travesseiro para ele apoiar a cabeça. Fez um grande esforço para arrastar o travesseiro, e quando conseguiu acomodar bem o avô, voltou a brincar normalmente.

Agora, responda-me uma coisa: será que um menino, com essa mesma idade e diante da mesma situação, teria essa atitude? Provavelmente não! E não é porque ele ame menos, mas é uma questão de diferença natural nos papéis que cada um é vocacionado a realizar. Como a mulher foi criada com o coração naturalmente inclinado ao serviço, quanto mais ela ama, serve e cuida, mais plena e feliz certamente se sentirá, seja qual for sua idade e o lugar em que esteja.

Portanto, mulher, não se esqueça de que seu coração é um reflexo do coração do próprio Deus, e é d’Ele que nasce a vida, fruto do amor que enriquece a compreensão do mundo. Ele contribui para a verdade plena das relações humanas, como recorda o Papa João Paulo II em sua carta às mulheres, e essa contribuição é fundamental. Não se canse de amar.

Deus pôs em seu íntimo uma feminilidade que é cativante! Poderosa e terna, humana e divina; e quanto mais você a exercer, mais se sentirá realizada na sua missão. Não permita que nada apague o brilho da sua essência feminina, pois é nela que está seu precioso coração de mulher, um presente divino para toda a humanidade!

Fonte: cancaonova.com

Dengue: a prevenção é a única arma contra a doença

Ao todo, 5.889 casos foram confirmados no Ceará até o último sábado, 25, de acordo com o boletim semanal da Sesa. São cinco os óbitos confirmados, sendo três mortes no interior do Estado, e dois em Maracanaú.


A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.
Confira abaixo os sintomas da doença.

Dengue Clássica

Mais Febre alta com início súbito.
Mais Forte dor de cabeça.
Mais Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos.
Mais Perda do paladar e apetite.
Mais Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores.
Mais Náuseas e vômitos·
Mais Tonturas.
Mais Extremo cansaço.
Mais Moleza e dor no corpo.
Mais Muitas dores nos ossos e articulações.

Dengue Hemorrágica

Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alerta:

Mais Dores abdominais fortes e contínuas.
Mais Vômitos persistentes.
Mais Pele pálida, fria e úmida.
Mais Sangramento pelo nariz, boca e gengivas.
Mais Manchas vermelhas na pele.
Mais Sonolência, agitação e confusão mental.
Mais Sede excessiva e boca seca.
Mais Pulso rápido e fraco.
Mais Dificuldade respiratória.
Mais Perda de consciência.

Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória e choque, podendo levar a pessoa à morte em até 24 horas. De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, cerca de 5% das pessoas com dengue hemorrágica morrem.

O doente pode apresentar sintomas como febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, náuseas ou até mesmo não apresentar qualquer sintoma. O aparecimento de manchas vermelhas na pele, sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua e vômitos persistentes podem indicar a evolução para dengue hemorrágica. Esse é um quadro grave que necessita de imediata atenção médica, pois pode ser fatal.aixo os sintomas da doença:

É importante procurar orientação médica ao surgirem os primeiros sintomas, pois as manifestações iniciais podem ser confundidas com outras doenças, como febre amarela, malária ou leptospirose e não servem para indicar o grau de gravidade da doença.

Fonte: http://www.dengue.org.br