terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Como melhorar o desempenho da memória na terceira idade?
Saiba que sempre podemos melhorar o desempenho da nossa memória.
Não aceite passivamente o declínio observado.
Mantenha-se ativo: novos amigos, cursos, leitura, visitas etc.
Leia pelo menos as manchetes de um jornal diariamente.
Faça palavras cruzadas dando preferência às de fácil execução.
Reserve um período do dia para trabalhar a memória
Reserve um local da casa com boa iluminação e silencioso para o seu treino.
Assegure-se que só será interrompido se absolutamente necessário.
Mantenha uma dieta saudável, beba muito líquido e ande pelo menos 30 minutos por dia.
Evite tensões desnecessárias.
Quando não entender direito o que foi dito, pergunte!
Anote tudo que for importante em um caderno ou uma agenda.
Participe de jogos que envolvam o raciocínio.
Seja uma pessoa flexível, esteja aberto para ouvir. As pessoas que não são flexíveis acabam sendo excluídas do seu meio social.
Quando lhe fizerem uma pergunta e não puder lembrar-se da resposta imediatamente, não se sinta constrangido, use recursos para ganhar tempo extra para responder: sorria, ajeite os óculos, repita a pergunta, respire fundo, limpe a garganta, etc.!
Site: Terra
Saúde da Mulher: Como perceber a chegada da menopausa?
É importante para a mulher saber identificar os sinais que apontam a chegada da menopausa
Este é um assunto um pouco assustador para a maioria das mulheres: a menopausa! Período onde os ovários não produzem mais hormônios suficientes para continuar o ciclo menstrual, caracterizando a infertilidade. A mulher para de menstruar e, após um ano sem sangramento, diz-se que ocorreu a menopausa, iniciando o período chamado climatério.
Muito mais que algo simplesmente físico, a menopausa representa um degrau dentro das fases naturais do ciclo da vida: o envelhecimento. Claro que, nos dias de hoje, mulheres com 40-55 anos estão no auge da vida, conciliando maturidade com experiência e estabilidade, cheias de novos planos e sonhos. Tratamentos de beleza, cirurgias plásticas e horas de academia podem garantir uma aparência jovial, disfarçando as marcas que o tempo foi causando. Mas a verdade mesmo é que lidar com isso pode ser bastante difícil. Medo, incerteza, perda do autocontrole, mudanças nos relacionamentos e alterações físicas. Algumas pessoas sentem muita dificuldade em aceitar que estão envelhecendo.
Sintomas comuns
Na prática, essa fase exige que muitas mulheres tenham de lidar com diversos sintomas, que mais parecem ser uma nova adolescência. Calores estranhos, alteração de hormônios, mudança do corpo, queda de cabelo, secura de pele, ganho de peso, humor (super) instável, falta de desejo sexual… Parece uma montanha russa de sentimentos e sensações (os maridos que o digam!). Os sintomas podem começar a aparecer mesmo quando a menstruação ainda está normal. Eles podem ser aliviados pela terapia hormonal, quando não existem contraindicações. A idade esperada para a menopausa varia de 35 a 60 anos (maioria entre 45-50 anos), e não depende de quando se começou a menstruar. Algumas podem ter a sorte de ter como único sinal a parada do sangramento. A maioria, porém, passa por um período de grande irregularidade, alternando entre falhas e menstruações fortes (até hemorragias graves) por um a dois anos.
Mais um terço de vida depois da menopausa
Depois de tantas notícias ruins, posso ter causado certo desânimo. Mas quero convidá-la a olhar a menopausa com outros olhos. Com o aumento da expectativa de vida atual, a mulher chega a esta fase tendo pelo menos um terço da vida pela frente. Nos primeiros 20 anos, tínhamos energia, mas éramos imaturas e sem independência. Dos 20 aos 40-50 anos, estávamos construindo nossa estrutura (estudo, trabalho, dinheiro, criação dos filhos…). A partir daí, a mulher se encontra, provavelmente, na melhor fase de sua vida. Relacionamentos estabelecidos, obrigações mais maleáveis, estrutura construída, maturidade emocional, independência. Precisamos olhar essa passagem da menopausa como um novo começo para uma etapa melhor. Envelhecer é difícil sim, em especial se não temos a consciência de que essa vida terrena é passageira e rápida, e que o melhor ainda está por vir. Mas quando conseguimos ver a beleza de cada etapa, tudo ganha sentido, tudo valeu a pena.
Quanto mais caminhamos, mais podemos constatar o bem que fizemos e o legado que deixamos. Podemos nos alegrar com os frutos que já podemos colher. E, no fim, entender que essa vida é só um tempo de amar e ser amado, de sonhar com o céu e se empenhar no que realmente importa: chegar lá!
Fonte: cancaonova.com
Este é um assunto um pouco assustador para a maioria das mulheres: a menopausa! Período onde os ovários não produzem mais hormônios suficientes para continuar o ciclo menstrual, caracterizando a infertilidade. A mulher para de menstruar e, após um ano sem sangramento, diz-se que ocorreu a menopausa, iniciando o período chamado climatério.
Muito mais que algo simplesmente físico, a menopausa representa um degrau dentro das fases naturais do ciclo da vida: o envelhecimento. Claro que, nos dias de hoje, mulheres com 40-55 anos estão no auge da vida, conciliando maturidade com experiência e estabilidade, cheias de novos planos e sonhos. Tratamentos de beleza, cirurgias plásticas e horas de academia podem garantir uma aparência jovial, disfarçando as marcas que o tempo foi causando. Mas a verdade mesmo é que lidar com isso pode ser bastante difícil. Medo, incerteza, perda do autocontrole, mudanças nos relacionamentos e alterações físicas. Algumas pessoas sentem muita dificuldade em aceitar que estão envelhecendo.
Sintomas comuns
Na prática, essa fase exige que muitas mulheres tenham de lidar com diversos sintomas, que mais parecem ser uma nova adolescência. Calores estranhos, alteração de hormônios, mudança do corpo, queda de cabelo, secura de pele, ganho de peso, humor (super) instável, falta de desejo sexual… Parece uma montanha russa de sentimentos e sensações (os maridos que o digam!). Os sintomas podem começar a aparecer mesmo quando a menstruação ainda está normal. Eles podem ser aliviados pela terapia hormonal, quando não existem contraindicações. A idade esperada para a menopausa varia de 35 a 60 anos (maioria entre 45-50 anos), e não depende de quando se começou a menstruar. Algumas podem ter a sorte de ter como único sinal a parada do sangramento. A maioria, porém, passa por um período de grande irregularidade, alternando entre falhas e menstruações fortes (até hemorragias graves) por um a dois anos.
Mais um terço de vida depois da menopausa
Depois de tantas notícias ruins, posso ter causado certo desânimo. Mas quero convidá-la a olhar a menopausa com outros olhos. Com o aumento da expectativa de vida atual, a mulher chega a esta fase tendo pelo menos um terço da vida pela frente. Nos primeiros 20 anos, tínhamos energia, mas éramos imaturas e sem independência. Dos 20 aos 40-50 anos, estávamos construindo nossa estrutura (estudo, trabalho, dinheiro, criação dos filhos…). A partir daí, a mulher se encontra, provavelmente, na melhor fase de sua vida. Relacionamentos estabelecidos, obrigações mais maleáveis, estrutura construída, maturidade emocional, independência. Precisamos olhar essa passagem da menopausa como um novo começo para uma etapa melhor. Envelhecer é difícil sim, em especial se não temos a consciência de que essa vida terrena é passageira e rápida, e que o melhor ainda está por vir. Mas quando conseguimos ver a beleza de cada etapa, tudo ganha sentido, tudo valeu a pena.
Quanto mais caminhamos, mais podemos constatar o bem que fizemos e o legado que deixamos. Podemos nos alegrar com os frutos que já podemos colher. E, no fim, entender que essa vida é só um tempo de amar e ser amado, de sonhar com o céu e se empenhar no que realmente importa: chegar lá!
Fonte: cancaonova.com
Dengue, Zika e Chikungunya: saiba como prevenir
A dengue, a zika e a chikungunya são três doenças que circulam no Brasil transmitidas pelo mesmo vetor: o mosquito aedes aegypti. Todas elas têm as mesmas características sintomáticas: febre alta, dor no fundo dos olhos, vermelhidão na pele, coceira e distúrbios gástricos.
O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, indica que após os primeiros sintomas o paciente deve buscar uma unidade de saúde para orientações. “Se o paciente começar a ter qualquer um desses sintomas, ele primeiro deve evitar o uso de medicação sem indicação médica, principalmente para baixar a febre, reforçar o consumo de líquidos e procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS). Caso seja durante o final de semana, ele deve procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 horas)”, disse o secretário.
A automedicação pode ser perigosa, principalmente em casos de dengue. Medicamentos compostos por ácido acetilsalicílico podem agravar a doença. “Não se faz uso de ácido acetilsalicílico no caso dessas doenças. Esse medicamento, amplamente usado pelos brasileiros, pode trazer problemas de disfunção circulatória e levar a quadros hemorrágicos”, explica Nardi. “Quando diagnosticadas e tratadas ainda no início, a dengue, a zika e a chikungunya tem bom prognóstico e geralmente são curadas sem apresentar evoluções mais graves ou sequelas”, disse o secretário.
A melhor forma de prevenir estas doenças é a eliminação do vetor. Como não existem vacinas ou medicamentos que impeçam a contaminação, é necessário diminuir a quantidade de mosquitos que circulam nos ambientes. Para isso, é fundamental eliminar os criadouros do aedes aegypti, que coloca seus ovos em recipientes com água parada. O cuidado para evitar a sua proliferação deve ser feito por todos. Eliminar garrafas, sacos plásticos e pneus velhos que ficam expostos à chuva, além de tampar recipientes que acumulam água como caixas d´agua e piscina, são fundamentais para este controle.
Para chamar a atenção sobre a importância da limpeza para eliminação dos focos do aedes aegypty, o Ministério da Saúde lançou a campanha "Sábado da Faxina - Não dê folga para o mosquito da dengue". A ideia é que toda a população dedique um dia da semana para verificar todos os possíveis focos do mosquito, fazendo uma limpeza geral em sua residência e impedindo a reprodução do aedes. Saiba mais sobre esta campanha na matéria do Blog da Saúde.
Fonte: Gabriela Rocha/ Blog da Saúde
O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, indica que após os primeiros sintomas o paciente deve buscar uma unidade de saúde para orientações. “Se o paciente começar a ter qualquer um desses sintomas, ele primeiro deve evitar o uso de medicação sem indicação médica, principalmente para baixar a febre, reforçar o consumo de líquidos e procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS). Caso seja durante o final de semana, ele deve procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 horas)”, disse o secretário.
A automedicação pode ser perigosa, principalmente em casos de dengue. Medicamentos compostos por ácido acetilsalicílico podem agravar a doença. “Não se faz uso de ácido acetilsalicílico no caso dessas doenças. Esse medicamento, amplamente usado pelos brasileiros, pode trazer problemas de disfunção circulatória e levar a quadros hemorrágicos”, explica Nardi. “Quando diagnosticadas e tratadas ainda no início, a dengue, a zika e a chikungunya tem bom prognóstico e geralmente são curadas sem apresentar evoluções mais graves ou sequelas”, disse o secretário.
A melhor forma de prevenir estas doenças é a eliminação do vetor. Como não existem vacinas ou medicamentos que impeçam a contaminação, é necessário diminuir a quantidade de mosquitos que circulam nos ambientes. Para isso, é fundamental eliminar os criadouros do aedes aegypti, que coloca seus ovos em recipientes com água parada. O cuidado para evitar a sua proliferação deve ser feito por todos. Eliminar garrafas, sacos plásticos e pneus velhos que ficam expostos à chuva, além de tampar recipientes que acumulam água como caixas d´agua e piscina, são fundamentais para este controle.
Para chamar a atenção sobre a importância da limpeza para eliminação dos focos do aedes aegypty, o Ministério da Saúde lançou a campanha "Sábado da Faxina - Não dê folga para o mosquito da dengue". A ideia é que toda a população dedique um dia da semana para verificar todos os possíveis focos do mosquito, fazendo uma limpeza geral em sua residência e impedindo a reprodução do aedes. Saiba mais sobre esta campanha na matéria do Blog da Saúde.
Fonte: Gabriela Rocha/ Blog da Saúde
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Por que procurar um psicólogo?
O ritmo de vida, as escolhas pessoais e profissionais, as situações mais variadas da vida, as dependências e compulsões dos mais variados tipos, as perdas… Enfim, todos nós já vivemos ou temos alguém que passou por alguma dessas situações. Essas e outras possibilidades, muito mais do que popularmente se diz que “psicólogo é coisa pra doido”, justificam a busca por psicoterapia.
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a busca por psicólogos e o processo de terapia não tem, necessariamente, ligação direta com a “loucura” propriamente dita. Ainda há um imenso preconceito na sociedade àqueles que buscam esse caminho. Além das situações apresentadas, passar pelo processo de autoconhecimento é um caminho que pode ser realizado através da psicoterapia.
Assim como buscamos um médico quando nosso corpo está fragilizado, também se faz importante a busca por ajuda quando notamos que nosso psiquismo está passando por “dores” e dificuldades.
Essas dores emocionais podem estar refletidas numa série de situações que vivenciamos: a autocrítica excessiva, o excesso de pensamentos negativos, o perfeccionismo, o ciúme, a necessidade de controle, a procrastinação (ou seja, a dificuldade em fazer algo agora e aquele comportamento de deixar para depois), os vícios de diversas naturezas ou atitudes que trazem prejuízo tanto para a pessoa quanto para os relacionamentos nos quais ela está envolvida.
Saiba quais são os motivos que podem levar a pessoa à psicoterapia
1. tristeza persistente que tira a vontade de fazer coisas que usualmente fazemos;
2. diagnósticos psiquiátricos com uso de medicação, pois estudos revelam que os melhores resultados envolvem medicação e psicoterapia;
3. luto patológico, ou seja, a persistência das emoções da perda de alguém continuam a existir, mesmo depois de muito tempo;
4. dificuldade em sentir prazer nas coisas que faz diariamente, mesmo quando se fala em lazer;
5. isolamento social excessivo;
6. sente grande irritação que se manifesta em agressividade física e verbal, com certo descontrole;
7. possui pensamentos repetitivos e de conteúdo negativo ou persecutório;
8. precisa de álcool ou drogas para conseguir passar pelos dias, sentindo falta quando não faz uso constante;
9. sua própria percepção de que algo não vai bem consigo, alguma questão emocional (mesmo que desconhecida) o aflige.
Podemos ter, ao pensarmos na terapia como uma alternativa, alguns questionamentos: “Quem procurar? É rápido ou demorado? Como vou falar da minha vida para um ‘estranho’? Como será?” Como é um tratamento, não acontecerá em uma ou duas sessões, e a duração dependerá de cada caso. Os motivos apresentados, são apenas alguns que ilustram as possibilidades de busca de psicoterapia
A intensidade da vivência das situações pode ser um bom indicativo para saber se precisamos ou não ir a um terapeuta. Duas pessoas podem passar pela mesma situação, mas não necessariamente ter a mesma resistência ou tolerância a viver esse fato, sendo já um bom critério para a busca ou não por terapia. E mais ainda: aquilo que é um sintoma emocional, se repetido e constante, pode dar a crescer um sintoma físico, que muitas vezes só será compreendido no processo psicoterapêutico.
A terapia funciona bem quando há um bom vínculo entre psicólogo e paciente/cliente, ou seja, quando há uma fluidez nas informações, quando o cliente se sente confortável para expressar suas ideias, pode encontrar um espaço para elaborar seus pensamentos e reposicionar-se frente às suas dificuldades.
É muito válido pensarmos que os sofrimentos humanos se expressam de diferentes formas e com diferentes reações. Com isso, cada um de nós passa por eles também sua forma particular. Portanto, as frases que dizem: “Psicólogo é bobeira, você não precisa disso” ou coisas do tipo, servem até mesmo para desencorajar, mas não são motivos efetivos para que você não busque ajuda. Não tenha vergonha de buscar ajuda para você, podendo então, superar suas dificuldades e ganhar em qualidade de vida.
Fonte: cancaonova.com
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a busca por psicólogos e o processo de terapia não tem, necessariamente, ligação direta com a “loucura” propriamente dita. Ainda há um imenso preconceito na sociedade àqueles que buscam esse caminho. Além das situações apresentadas, passar pelo processo de autoconhecimento é um caminho que pode ser realizado através da psicoterapia.
Assim como buscamos um médico quando nosso corpo está fragilizado, também se faz importante a busca por ajuda quando notamos que nosso psiquismo está passando por “dores” e dificuldades.
Essas dores emocionais podem estar refletidas numa série de situações que vivenciamos: a autocrítica excessiva, o excesso de pensamentos negativos, o perfeccionismo, o ciúme, a necessidade de controle, a procrastinação (ou seja, a dificuldade em fazer algo agora e aquele comportamento de deixar para depois), os vícios de diversas naturezas ou atitudes que trazem prejuízo tanto para a pessoa quanto para os relacionamentos nos quais ela está envolvida.
Saiba quais são os motivos que podem levar a pessoa à psicoterapia
1. tristeza persistente que tira a vontade de fazer coisas que usualmente fazemos;
2. diagnósticos psiquiátricos com uso de medicação, pois estudos revelam que os melhores resultados envolvem medicação e psicoterapia;
3. luto patológico, ou seja, a persistência das emoções da perda de alguém continuam a existir, mesmo depois de muito tempo;
4. dificuldade em sentir prazer nas coisas que faz diariamente, mesmo quando se fala em lazer;
5. isolamento social excessivo;
6. sente grande irritação que se manifesta em agressividade física e verbal, com certo descontrole;
7. possui pensamentos repetitivos e de conteúdo negativo ou persecutório;
8. precisa de álcool ou drogas para conseguir passar pelos dias, sentindo falta quando não faz uso constante;
9. sua própria percepção de que algo não vai bem consigo, alguma questão emocional (mesmo que desconhecida) o aflige.
Podemos ter, ao pensarmos na terapia como uma alternativa, alguns questionamentos: “Quem procurar? É rápido ou demorado? Como vou falar da minha vida para um ‘estranho’? Como será?” Como é um tratamento, não acontecerá em uma ou duas sessões, e a duração dependerá de cada caso. Os motivos apresentados, são apenas alguns que ilustram as possibilidades de busca de psicoterapia
A intensidade da vivência das situações pode ser um bom indicativo para saber se precisamos ou não ir a um terapeuta. Duas pessoas podem passar pela mesma situação, mas não necessariamente ter a mesma resistência ou tolerância a viver esse fato, sendo já um bom critério para a busca ou não por terapia. E mais ainda: aquilo que é um sintoma emocional, se repetido e constante, pode dar a crescer um sintoma físico, que muitas vezes só será compreendido no processo psicoterapêutico.
A terapia funciona bem quando há um bom vínculo entre psicólogo e paciente/cliente, ou seja, quando há uma fluidez nas informações, quando o cliente se sente confortável para expressar suas ideias, pode encontrar um espaço para elaborar seus pensamentos e reposicionar-se frente às suas dificuldades.
É muito válido pensarmos que os sofrimentos humanos se expressam de diferentes formas e com diferentes reações. Com isso, cada um de nós passa por eles também sua forma particular. Portanto, as frases que dizem: “Psicólogo é bobeira, você não precisa disso” ou coisas do tipo, servem até mesmo para desencorajar, mas não são motivos efetivos para que você não busque ajuda. Não tenha vergonha de buscar ajuda para você, podendo então, superar suas dificuldades e ganhar em qualidade de vida.
Fonte: cancaonova.com
Palestras no FECAPPES - Novembro a Dezembro/2015
O FECAPPES promove na reunião com os idosos, todas as quartas-feiras, na Igreja São Gerado, em Fortaleza-CE, palestras gratuitas, abertas a comunidade com temas diversos, relacionados a vida cristã, a psicologia e saúde do idoso.
As palestras iniciam as 7h da manhã e duram aproximadamente 30 minutos.
Confira a seguir os temas e as fotos das últimas palestras realizadas.
A professora e cuidadora de idosos Maria das Neves, no dia 11/11/2015, realizou a palestra, de forma descontraída, com o tema "Saúde do idoso e cuidados com a higiene".
Em 18/11/2015, a Pedagoga Beatriz Peixoto, proferiu uma bela palestra com o tema " A mensagem de Jesus".
No dia 25/11/2015, o Dr. Conrado Félix Porto, advogado aposentado, que atualmente é escritor, deu continuidade a sua palestra sobre Nossa Senhora de Guadalupe e a origem do ícone.
A palestrante Normânia Gurgel, especialista em Secretariado, no dia 02/12/2015, proferiu uma emocionante mensagem com o tema "Jesus: Caminho, verdade e vida".
Assis Almeida, psicólogo e membro fundador da Academia Cearense de Escritores, no dia 09/12/2015, nos deu a honra de visitar o FECAPPES e falou acerca do tema: "Pode adoecer quem vive de aparências".
Retornaremos as atividades do FECAPPES no dia 13 de janeiro de 2016.
Participe de nossas palestras gratuitas e venha aprender conosco. Você é nosso(a) convidado(a).
As palestras iniciam as 7h da manhã e duram aproximadamente 30 minutos.
Confira a seguir os temas e as fotos das últimas palestras realizadas.
A professora e cuidadora de idosos Maria das Neves, no dia 11/11/2015, realizou a palestra, de forma descontraída, com o tema "Saúde do idoso e cuidados com a higiene".
Em 18/11/2015, a Pedagoga Beatriz Peixoto, proferiu uma bela palestra com o tema " A mensagem de Jesus".
No dia 25/11/2015, o Dr. Conrado Félix Porto, advogado aposentado, que atualmente é escritor, deu continuidade a sua palestra sobre Nossa Senhora de Guadalupe e a origem do ícone.
Assis Almeida, psicólogo e membro fundador da Academia Cearense de Escritores, no dia 09/12/2015, nos deu a honra de visitar o FECAPPES e falou acerca do tema: "Pode adoecer quem vive de aparências".
Retornaremos as atividades do FECAPPES no dia 13 de janeiro de 2016.
Participe de nossas palestras gratuitas e venha aprender conosco. Você é nosso(a) convidado(a).
Coral de Natal do FECAPPES
No último encontro de 2015, no dia 23 de dezembro, os idosos assistidos pelo FECAPPES se apresentaram na forma de Coral na missa das 06h da manhã, na Igreja São Gerardo, em Fortaleza.
Os idosos, vestidos de branco, cantaram a célebre música natalina "Noite Feliz", arrancando aplausos e emocionando as pessoas presentes.
Compartilhamos agora no blog um trecho da apresentação do Coral.
Esta música, com a sua mensagem cristã de fé, esperança e renovação, também demonstra os nossos sinceros votos para que o ano de 2016 seja de muitas realizações, amor, paz, saúde, prosperidade e rico das bençãos de Deus em sua vida e de todos aqueles que colaboram direta ou indiretamente com o trabalho social do FECAPPES.
Veja o vídeo da apresentação a seguir:
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Brasil ainda tem 20 milhões de pessoas em pobreza extrema
O problema da pobreza no Brasil não está completamente superado,
disse o assessor da Secretaria Geral da Presidência da República,
Selvino Heck, em audiência pública realizada nesta terça-feira (22) na
Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
Na audiência, foram discutidas ações nacionais e internacionais de combate à fome e à miséria.
Segundo Selvino Heck, apesar de o país não possuir mais pessoas em situação de fome crônica, ainda existem 20 milhões de brasileiros que vivem em extrema pobreza.
Ele lembrou que um dos desafios da presidente Dilma Rousseff é justamente erradicar a pobreza extrema até 2015, conforme preveem as Metas do Milênio, estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU).
A proposta do governo, informou Heck, inclui dar continuidade e ampliar a distribuição de renda; qualificar a oferta de serviços públicos, como acesso à saúde e à educação; e implementar ações de inclusão produtiva, com a criação de emprego e valorização da agricultura familiar; entre outras medidas.
Na avaliação do assessor, os conceitos de pobreza e de extrema pobreza não envolvem apenas os critérios de renda e fome.
Para ele, o acesso mínimo a serviços que ofereçam qualidade de vida, como saúde, moradia e educação, também devem ser observados.
Esse direito à alimentação não é apenas comer. É também o direito à saúde, à educação, a ser cidadão, a participar da vida social, a participar da democracia brasileira e, portanto, ter consciência desses direitos, poder se organizar inclusive para lutar por eles - destacou, ao observar que o combate à pobreza exige atuação conjunta dos governos estaduais, da sociedade e do Parlamento. Meio ambiente
A pobreza no mundo, ressaltou Selvino Heck, tem aumentado em razão de catástrofes ambientais. Para ele, projetos de desenvolvimento devem, necessariamente, incorporar a questão ambiental.
Para o senador Sérgio Petecão (PMN-AC), o cuidado com o meio ambiente, especialmente em relação à região amazônica, deve incluir políticas destinadas ao ser humano.
Ele disse que na Amazônia, considerada "o maior patrimônio do Brasil, o pulmão do mundo", existem pessoas que vivem abaixo da linha da miséria.
Que a gente possa também pensar em políticas para que essas pessoas que hoje pagam o preço de cuidar desse patrimônio mundial possam ter uma vida digna - disse o senador.
Fonte: Agência Senado
Na audiência, foram discutidas ações nacionais e internacionais de combate à fome e à miséria.
Segundo Selvino Heck, apesar de o país não possuir mais pessoas em situação de fome crônica, ainda existem 20 milhões de brasileiros que vivem em extrema pobreza.
Ele lembrou que um dos desafios da presidente Dilma Rousseff é justamente erradicar a pobreza extrema até 2015, conforme preveem as Metas do Milênio, estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU).
A proposta do governo, informou Heck, inclui dar continuidade e ampliar a distribuição de renda; qualificar a oferta de serviços públicos, como acesso à saúde e à educação; e implementar ações de inclusão produtiva, com a criação de emprego e valorização da agricultura familiar; entre outras medidas.
Na avaliação do assessor, os conceitos de pobreza e de extrema pobreza não envolvem apenas os critérios de renda e fome.
Para ele, o acesso mínimo a serviços que ofereçam qualidade de vida, como saúde, moradia e educação, também devem ser observados.
Esse direito à alimentação não é apenas comer. É também o direito à saúde, à educação, a ser cidadão, a participar da vida social, a participar da democracia brasileira e, portanto, ter consciência desses direitos, poder se organizar inclusive para lutar por eles - destacou, ao observar que o combate à pobreza exige atuação conjunta dos governos estaduais, da sociedade e do Parlamento. Meio ambiente
A pobreza no mundo, ressaltou Selvino Heck, tem aumentado em razão de catástrofes ambientais. Para ele, projetos de desenvolvimento devem, necessariamente, incorporar a questão ambiental.
Para o senador Sérgio Petecão (PMN-AC), o cuidado com o meio ambiente, especialmente em relação à região amazônica, deve incluir políticas destinadas ao ser humano.
Ele disse que na Amazônia, considerada "o maior patrimônio do Brasil, o pulmão do mundo", existem pessoas que vivem abaixo da linha da miséria.
Que a gente possa também pensar em políticas para que essas pessoas que hoje pagam o preço de cuidar desse patrimônio mundial possam ter uma vida digna - disse o senador.
Fonte: Agência Senado
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