segunda-feira, 16 de maio de 2016

Palestras no FECAPPES

Todas as quartas-feiras, durante as reuniões, são realizadas palestras para os idosos com temas variados, tais como: saúde do idoso, cuidados com a higiene e alimentação, temas religiosos e relacionados a Psicologia.
Aproveitamos a oportunidade para agradecer aos palestrantes convidados por se dispuserem, de forma generosa, a partilhar o seu conhecimento e enriquecer as reuniões do FECAPPES.
As últimas palestras realizadas foram ministradas por Maria do Carmo, Normânia Gurgel e Elayne Silva acerca do Dia das Mães e temas relacionados a fé cristã.
Participe de nossas palestras, elas são gratuitas e se iniciam as 07:20h da manhã, nas quartas-feiras.

Visite o FECAPPES e conheça o nosso trabalho social. Você é nosso(a) convidado(a). 














Dia das Mães no FECAPPES

No dia 08 de maio de 2016, segundo domingo de maio, comemorou-se o Dia das Mães.

 No FECAPPES as mães, mulheres de força, de amor e de coragem foram homenageadas com um café-da-manhã especial.  As idosas que participam do FECAPPES, aproximadamente 60 mulheres, realizaram um belo coral na Santa Missa do dia 08/05, as 07h da manhã, na Paróquia São Gerado, em Fortaleza-CE. Cantaram a música "Mãezinha querida"para homenagear as mães presentes na Igreja, onde muitas delas ficaram emocionadas.

Após a Santa Missa, o FECAPPES reuniu as idosas para prestar-lhes a sua homenagem. Foram lidas mensagens, houve cânticos e orações pelas mães que já faleceram.

Por fim, tivemos um saboroso café-da-manhã, preparado com muito carinho pelos voluntários do FECAPPES. Em seguida, houve a entrega dos presentes e das cestas básicas para os idosos.
Foi uma festa muito bonita de se ver! A seguir, as fotos do evento.

Conheça você também nossa obra social. Conheça o FECAPPES. 
REUNIÕES : todas as quartas-feiras, às 7h, na Igreja São Gerado. ( Av. Bezerra de Menezes, próximo ao Instituto dos Cegos, Fortaleza. )






 














terça-feira, 3 de maio de 2016

Maio: mês de Maria e mês das mães

Maio, mês que toca nosso coração e por vários motivos: é o mês em que celebramos o Dia das Mães, e entre todas elas, aquela que é a mãe de Deus e nossa Mãe, a Virgem Maria a quem amamos e reverenciamos em todo o Brasil, com o titulo de Nossa Senhora Aparecida, nossa padroeira.



Celebrar as mães é celebrar a vida, é celebrar sua presença amorosa no lar, presença que acolhe, cuida, educa e ajuda a crescer. No Dia das Mães queremos cumprimentar e agradecer a todas as mulheres deste imenso Brasil que assumem e vivem com dedicação e responsabilidade sua vocação materna, que se realiza de diversas maneiras, seja no cuidado dos próprios filhos, seja na acolhida e adoção de outros, seja na vida consagrada, que, ao renunciar a maternidade biológica, pelo Reino de Deus, não abdica da maternidade espiritual, mas a realiza ao entregar toda a vida ao serviço de tantas crianças. Deus Pai, por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, derrame suas bênçãos sobre todas as mães do nosso Brasil.



Maio é também o mês de Maria, e desde o início da evangelização do Brasil, Nossa Senhora teve e tem uma grande presença na formação e na vivência cristã do nosso povo. Pode-se dizer que a nossa cultura tem raiz cristã e mariana. Basta observar quantas dioceses, paróquias, cidades, vilas, bairros, serras, rios, colégios, empresas, pessoas trazem o nome da Mãe do Céu, sob os mais diferentes títulos com os quais é invocada no Brasil e no mundo, para perceber o quanto o nosso povo, venera e ama a Virgem Maria.

Que Nossa Senhora abençoe todos os lares do Brasil, para que sejam uma pequena igreja doméstica, onde se vive o amor, a fé, a união e a paz.

Fonte: http://www.comshalom.org/maio-mes-de-maria-mes-das-maes/

Dia Nacional da Mulher

O Dia Nacional da Mulher é comemorado em 30 de abril.



Pouco difundido no próprio país, o Dia Nacional da Mulher é ofuscado pelo 8 de março, instituído como o Dia Internacional da Mulher. Ambas as datas impõem a reflexão sobre a igualdade de gênero, principalmente. Também, o Dia Nacional da Mulher tem como objetivo conscientizar, diminuir ou até mesmo erradicar todo o preconceito e a desvalorização que acometem as mulheres.

Embora o mundo atual passe por uma transformação em termos de culturas e ideias, o sexismo ainda influencia negativamente as mulheres, já que as mesmas ainda sentem as diferenças em relação ao sexo oposto: salários mais baixos, violência, jornadas excessivas de trabalho, desvantagens que atrapalham o crescimento da carreira profissional, são alguns exemplos.

É claro que pode-se afirmar que houve conquistas por parte das mulheres, mas a história do sexo feminino ainda precisa de muitas modificações. O papel da mulher na sociedade atual precisa ser considerado de tal importância como é considerado o papel do homem.

Origem do Dia Nacional da Mulher

A data de 30 de abril é uma homenagem a Jerônima Mesquita. Essa mulher foi líder e fundadora de um movimento feminista no Brasil, chamado de Movimento Bandeirante.
O Movimento Bandeirante era uma iniciativa social que objetivava a entrada da mulher em todas as áreas da sociedade brasileira.
Jerônima Mesquita também se envolveu no desenvolvimento do Conselho Nacional das Mulheres.


O Dia Nacional da Mulheres está instituído em Lei nº 6.971, de 1980. O dia 30 de abril é a data de nascimento de Jerônima.

Fonte: http://www.calendariobr.com.br/dia-nacional-da-mulher#.Vylc2YQrLIV

sexta-feira, 25 de março de 2016

Palestra sobre a Quaresma

Na reunião realizada no dia 16 de março de 2016, o FECAPPES promoveu a palestra com o seguinte tema:  Quaresma e páscoa.
A palestra foi proferida pelo Pároco da Igreja São Gerado, Pe. Everton, alegrando e emocionando a todos os presentes.
Veja a seguir as fotos desta enriquecedora palestra. Visite-nos você também!
Reuniões todas as quartas-feiras,  a partir das 7h, no salão paroquial da Igreja São Gerardo. ( Av. Bezerra de Menezes s/n,  Fortaleza).










Quarta é dia de amor. Quarta é dia de FECAPPES!

O FECAPPES é uma entidade filantrópica que reúne-se semanalmente ( quarta-feira, a partir das 7h) na Igreja São Gerardo, em Fortaleza-CE.
Buscamos levar aos 60 idosos carentes que participam da entidade, mais do que uma contribuição material ( cestas básicas e pães), mas, principalmente, doar-lhes amor, motivação e esperança. 
Com o auxílio dos nossos voluntários, realizamos as seguintes atividades com os idosos:

1) Exercícios físicos - alongamento 
2) Louvor e oração
3) Palestra ( com temas diversificados, baseados na psicologia, saúde do idoso ou formação humana - ensinamentos cristãos) 
4) Novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
5) Avisos / Chamada / Entrega das doações
6) Café-da-manhã 
7) Aconselhamento e Curso de Artesanato 

As palestras exercem um papel importante para a motivação da pessoa idosa, bem como o Curso de Artesanato, pois favorece a memória, a coordenação motora, e pode ser uma fonte de renda alternativa para os idosos participantes. 
Também realizamos o acompanhamento dos idosos , mediante visitas domiciliares. 

A seguir, estão as fotos de nossos últimos encontros. Conheça o nosso trabalho social. 
Faça-nos uma visita. Você é nosso(a) convidado(a)!












sexta-feira, 11 de março de 2016

Violência doméstica adoece população no Ceará


Nos 50 primeiros dias deste ano, a quantidade de pacientes que deu entrada em unidades de saúde do Ceará e foi notificada como vítima de violência doméstica superou o total de pessoas que também acessou os equipamentos e foi diagnosticado com as chamadas doenças de notificação compulsória, como dengue, hanseníase, hepatite, tétano, tuberculose e HIV/Aids. Neste ano, até a 7ª semana epidemiológica, a média de notificações por violência doméstica é de 67 ocorrências por dia no Ceará. Devido ao potencial de disseminação, os casos são encarados como um problema de saúde pública.



Capital notifica casos de agressão sexual

São crianças que apanham pais, idosos explorados e até espancados por filhos e netos, mulheres estupradas e/ou agredidas física e psicologicamente por namorados e maridos, dentro das próprias residências. Vítimas que se tornam pacientes e têm demandado cada vez mais serviços multiprofissionais nas unidades de saúde do Estado.

Registros

A situação é recorrente e, desde 2011, a violência doméstica, caracterizada como um agravo - dano à integridade física ou mental do indivíduo, provocado por circunstâncias externas - é notificada compulsoriamente no Ceará. Ou seja, todos os profissionais de saúde, como médicos, enfermeiros e odontólogos, dentre outros, ao atenderem algum paciente em que haja suspeita de que o mesmo tenha sofrido violência doméstica, devem registrar oficialmente esta situação.



Com o caso contabilizado, as secretarias municipais e estaduais de saúde são notificadas e, posteriormente, o episódio é remetido ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde. Após o atendimento, os pacientes devem ser encaminhados à rede de acompanhamento e às autoridades responsáveis.

No Ceará, desde o dia 19 deste mês, a Secretaria da Saúde (Sesa) tem divulgado os dados referentes a 22 tipos de doenças e agravos de notificação compulsória. No total, o Ministério da Saúde lista 48 patologias e agravos que devem ser enquadrados nesse tipo de procedimento.

Conforme o último boletim divulgado pela Sesa, no dia 24 de fevereiro, até o dia 20 deste mês, foram notificadas 3.440 ocorrências de pacientes atendidos em unidades de saúde vítimas de violência doméstica. No últimos três anos, o número cresceu 47,5%, no período semelhante. Em 2013, até a 7ª semana epidemiológica, segundo a Sesa, foram 2.331 notificações.

Neste ano, os casos de dengue, hanseníase, hepatites (tipos B e C), tétano, tuberculose e HIV/Aids registrados até o dia 20 de fevereiro, somados, totalizam 465 notificações. Dos 184 municípios cearenses, 87 tiveram notificações de casos de atendimento de pacientes vítimas de violência doméstica, neste período. Desde o dia 18 deste mês, a notificação dos casos suspeitos de zika passou a ser obrigatória.

Subnotificação

A supervisora do Núcleo de Vigilância Epidemiológica da Coordenadoria de Promoção e Proteção à Saúde da Sesa, Daniele Rocha Queiroz, explica que, apesar de alto o número de registros, ainda há subnotificação.

"Qualquer tipo de violência traz danos irreversíveis e é fundamental que a violência doméstica seja encarada como um problema de saúde pública. Com os números que temos hoje, não podemos considerar que é uma epidemia. Mas há um aumento progressivo de notificação, ano a ano, e sabemos que muitos casos ainda não chegam às unidades", ressalta a supervisora.

Daniele explica que, em 2010, o Ministério da Saúde lançou uma "Linha de Cuidado" que orienta de forma pedagógica o trabalho dos profissionais de saúde nas ações de prevenção da violência e promoção da saúde. Segundo ela, a comunicação à autoridade competente "deverá ser feita por qualquer profissional que componha a equipe e que tenha identificado a situação de violência em um dos grupos prioritários". Além disso, a notificação compulsória, de acordo com a supervisora, garante o seguimento do paciente na rede, de maneira a tentar eliminar a situação de violência.

Capacitação profissional

"Esse número alto é o que chega. Imagine o que não chega? É algo muito superior e um problema muito sério para a saúde", avalia o doutor em Saúde Coletiva e professor do Departamento de Saúde Comunitária da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC), José Gomes Bezerra Filho.

O médico ressalta, ainda, que o impacto desse tipo de demanda no sistema de saúde tem sido grande. "Nos serviços de urgência e emergência, as causas externas representam 70% dos procedimentos. As unidades que foram construídas para problemas vasculares e doenças intestinais, por exemplo, hoje são reorientadas para o atendimento de vítimas da violência", garante.

O professor também argumenta que os profissionais da saúde nem sempre estão habilitados ao acompanhamento dessas ações e este é um dos entraves. Além disso, José Gomes explica que boa parte dos pacientes que sofrem violência não procuram as unidade de saúde por conta das agressões. "Eles chegam para tratar patologia infecciosa, por exemplo, e o profissional de saúde percebe, na conversa, no exame clínico, ou em outro procedimento que aquela situação deriva da violência sofrida. Por isso é necessário a sensibilidade para realizar a notificação", reforça o médico.


Para denunciar:

Violência contra Crianças e Adolescentes:

-Disque 100

Violência contra a Mulher:

- Disque 180 ou Delegacia da área

Violência contra Idosos:

- Disque 100

- Promotoria do Idoso

(85) 3252-6352

Fonte: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br