domingo, 21 de junho de 2015

Como conviver com alguém de temperamento difícil?

Nenhuma pessoa pode ser taxada pela característica mais evidente, ou seja, eu não posso julgar alguém apenas por ter um temperamento forte

Quando pensamos em determinados comportamentos e situações, logo nos lembramos dos momentos nos quais não conseguimos lidar com determinados tipos de pessoas pelas características que elas possuem.

Pessoas consideradas “difíceis” encontraremos em todos os lugares: no trabalho, na escola, na família, na comunidade, entre nossos amigos, enfim, no convívio social sempre encontraremos pessoas com as quais teremos algumas ou muitas dificuldades.

O que popularmente chamam de “temperamento forte”, pode revelar uma pessoa determinada, firme em seus propósitos, mas também alguém que pode dificultar relacionamentos, ser dura em seus pensamentos e, muitas vezes, alguém que pode ter barreiras nos seus relacionamentos em grupo. Nosso temperamento traz características herdadas de nossos pais. Se este “nosso tempero” é forte, logo lembramos que pode ter uma dose de “pimenta”, de “sal” e outros tantos sabores.

Nenhuma pessoa pode ser taxada pela característica mais evidente, ou seja, eu não posso julgar alguém apenas por ter um temperamento forte. Mas como ajudar e ser ajudado nestes casos?


Nos relacionamentos cotidianos, vamos aprendendo a perceber as pessoas e a lidar com seus comportamentos. O primeiro ponto que podemos pensar é: “Será que esta pessoa tem algum comportamento que me irrita, pois se parece em algo comigo?”. Será que você também é uma pessoa difícil? Procure, então, perceber-se, deixe de lado as acusações e passe a observar-se melhor. Ao perceber seus valores, sua forma de agir e perceber o mundo, muitas coisas poderão ser clareadas.

Claro que pessoas mal humoradas, de atitudes negativas, que apenas criticam ou para as quais o mundo sempre é ruim, pouco colaboram quando estão convivendo com os demais.

Com uma pessoa assim, é importante que sejamos assertivos, ou seja, que sejamos claros ao dizer, de forma adequada, os comportamentos dela que prejudicam aquele ambiente. Quando deixamos o fato de lado, eles podem “crescer” e quando percebemos todo o relacionamento pode ser perdido. Não “caia no jogo”. Você pode ter um temperamento também forte e facilmente irritar-se e até alimentar aquela situação constrangedora. Acalme-se, olhe para a situação de forma racional e dê uma resposta diferente.

Compreender a forma da outra pessoa pensar também ajuda bastante. Procure pensar antes de dizer, não reaja de forma impulsiva. Quando uma situação está muito difícil, às vezes é melhor recuar e conversar quando ambos estiverem mais calmos.

Gosto muito de uma citação do Padre Joãozinho que diz assim: “Nós precisamos viver como patos e não como esponjas. Os patos têm uma glândula que distribui óleo em suas penas para torná-las impermeáveis. Depois que eles mergulham, sacodem as penas e já estão prontos para outra. Tudo fica por fora deles, nem a água nem a sujeira os atingem. Por outro lado, quando vivemos como esponja, absorvemos tudo que as pessoas nos dizem e acabamos nos tornando complexos, cheios de ressentimento”.

Paciência e benevolência são poderosos instrumentos dos quais precisamos nos lembrar para um bom relacionamento com nossa família, filhos, amigos, trabalho, comunidade, escola. Pensemos nisso!

Fonte: http://formacao.cancaonova.com/relacionamento/amizade/como-conviver-com-alguem-de-temperamento-dificil/

63% dos eleitores cearenses possuem baixa escolaridade

O Anuário do Ceará 2015-2016, que será lançado no dia 22/06, aponta que 63% dos eleitores cearenses não chegaram a cursar o ensino médio. Desses, 9% não sabem ler nem escrever. O levantamento diz ainda que apenas 5% da população que vota possui o ensino superior completo ou em andamento.

O perfil do eleitorado cearense, em destaque no Anuário, indica que a maior fatia dos eleitores regulares está na faixa etária entre 25 e 44 anos, enquanto a menor parte está na faixa etária de jovens de 16 anos, que não são obrigados a votar.

Com mais de seis milhões e duzentos mil eleitores, o Ceará ocupa o oitavo lugar no ranking nacional. No Nordeste, fica atrás da Bahia, com 10 milhões, e de Pernambuco, com pouco mais de 80 mil eleitores acima.



Com 52,4%, as mulheres são maioria e podem decidir uma eleição em casos de acirramento. Não a toa, propostas de candidatos na reta final de campanha majoritária serem direcionadas às mulheres, como é o caso, por exemplo, das promessas durante o segundo turno de construção de creches.


Cientistas comentam

Especialistas políticos consultados pelo O POVO comentaram o resultado da pesquisa do Anuário do Ceará 2015-2016.

Para o cientista político Uribam Xavier, a baixa escolaridade do eleitor do Ceará ainda é o reflexo do desinteresse do Estado em instruir o cidadão desde o período da ditadura militar.

No entanto, o professor contesta a ideia de que a qualidade do voto de um eleitor menos escolarizado seja inferior ou mais manipulável em relação ao voto da população com nível superior. “O voto não tem relação direta com grau de instrução. Essa relação está sendo desmistificada. As pessoas mais instruidas têm um grau de conservadorismo ainda maior”, afirmou o pesquisador.

De acordo com Uribam Xavier, o eleitorado “tem muita consciência dos seus interesses”, seja ele com boa ou má instrução escolar.

Por outro lado, o cientista político Flávio Britto acredita que a política nos dias atuais é um ato de manipulação. Segundo o pesquisador da Universidade de Brasília (UnB), a baixa escolaridade resulta na pouca consciência de cidadania desta parcela do eleitorado. Em relação aos eleitores que possuem ensino superior, Britto acredita em um maior poder de questionamento político.

“O estudo liberta, abre a mente e nos faz mais questionadores. A falta de estudo permite que haja uma manipulação em geral dessas pessoas”, afirma o estudioso.

Flávio conclui que o eleitor mais esclarecido “acaba sendo um voto mais consciente independentemente do favor que receba”. Para o pesquisador, a população que menos estuda se torna menos contestadora e mais suscetível a aceitar o status quo.

Para comprar o Anuário
Quando: A partir de terça-feira, 23/06
Onde: bancas, livrarias e sede do O POVO

Fonte: http://www.opovo.com.br/app/opovo/politica/2015/06/20/noticiasjornalpolitica,3457014/63-dos-eleitores-cearenses-possuem-baixa-escolaridade.shtml

segunda-feira, 15 de junho de 2015

História da Festa Junina e tradições

Origem da Festa Junina 

Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).

Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.  

Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.  

Festas Juninas no Nordeste 



  
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.

Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas. 

Comidas típicas 

Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos. 
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais. 




 Tradições 

As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.

No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.

Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.

Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.

Fonte: http://www.suapesquisa.com/musicacultura/historia_festa_junina.htm

domingo, 7 de junho de 2015

Curso de Artesanato - Turma Macramê

O FECAPPES disponibiliza , para os idosos e para toda a comunidade interessada.  o Curso gratuito de Artesanato com Macramê- produzir materiais com fios manualmente, sem o uso de máquinas.
 Com ele, você pode aprender a fazer chaveiros, colares, bolsas, entre outros.
Visite-nos e participe! Todas as quartas-feiras, a partir das 8h, na Igreja São Gerado, em Fortaleza.
 A seguir estão as fotos da aula do dia 27/05/2015.











Curso de Artesanato - Turma EVA

O FECAPPES disponibiliza, para os idosos e para toda a comunidade interessada, o Curso gratuito de Artesanato em EVA - materiais elaborados com borracha. Com ele, você pode aprender a fazer porta-retratos, imãs de geladeira, chaveiros, entre outros.
Visite-nos e participe! Todas as quartas-feiras, a partir das 8h, na Igreja São Gerado, em Fortaleza. 
 A seguir estão as fotos das aulas dos dias 27/05 e 03/06.